Aterramento e DPS em Juiz de Fora

Aterramento e DPS são as duas proteções que mais evitam choques e aparelhos queimados em temporais. A Prime Elétrica instala sistemas de aterramento, dispositivos de proteção contra surtos (DPS) e faz manutenção de SPDA (para-raios) em Juiz de Fora, conforme a NBR 5410 e a NBR 5419, com medição para confirmar que a proteção realmente funciona.

O que é aterramento e para que serve?

Aterramento é a ligação intencional da instalação elétrica com a terra, feita por meio de hastes ou outros eletrodos enterrados, condutores e conexões apropriadas. Ele cumpre três funções principais:

  • Proteção contra choques: se um fio encosta na carcaça de um aparelho, a corrente encontra um caminho pelo condutor de proteção em vez de passar pelo corpo de quem toca.
  • Funcionamento do DR e do DPS: ambos dependem de um aterramento adequado para atuar como previsto.
  • Estabilidade de equipamentos: eletrônicos sensíveis, computadores e equipamentos de rede funcionam melhor com referência de terra adequada.

Saiba mais em a importância do aterramento elétrico.

O que é DPS e por que instalar?

O DPS — dispositivo de proteção contra surtos — é instalado no quadro de distribuição e desvia para a terra os picos de tensão causados por descargas atmosféricas próximas ou por manobras na rede elétrica. Sem ele, esses surtos chegam a televisores, geladeiras, placas de portão e computadores, queimando fontes e placas eletrônicas. O DPS tem vida útil limitada: após absorver surtos fortes, ele pode precisar ser substituído, e muitos modelos têm indicador visual para isso. Veja o artigo o que é DPS (protetor de surto).

Filtro de linha não substitui DPS. Ele protege pouco contra surtos fortes e apenas os aparelhos ligados nele. O DPS no quadro protege a instalação como um todo, e protetores locais complementam essa proteção.

Sinais de que o imóvel precisa de aterramento e DPS

  • Choques leves ao tocar em geladeira, máquina de lavar, chuveiro ou torneira.
  • Aparelhos queimados após temporais ou quedas de energia.
  • Tomadas de três pinos sem condutor de proteção ligado ao terminal central.
  • Equipamentos de informática com travamentos e ruídos em áudio.
  • Quadro sem barramento de terra ou sem DPS.
  • Imóveis em locais elevados ou isolados, mais expostos a descargas.

A região de Juiz de Fora tem relevo acidentado e estação chuvosa com tempestades frequentes no verão, o que torna essa proteção especialmente relevante. Para empresas e prédios, a verificação do aterramento pode ser incluída em um laudo elétrico.

Como executamos o serviço

  1. Avaliação: verificamos se existe aterramento, qual o esquema utilizado, o estado das conexões e se os circuitos de tomada têm condutor de proteção.
  2. Projeto da malha: definimos quantidade e posição das hastes conforme o solo e o espaço disponível, interligando ao aterramento do padrão de entrada.
  3. Instalação: cravamos as hastes, fazemos conexões com conectores apropriados e protegidos, e levamos o condutor de terra até o barramento do quadro.
  4. DPS: instalamos os dispositivos adequados à tensão e à posição na instalação, com cabos curtos e conexões firmes, que são essenciais para o desempenho.
  5. Medição: medimos a resistência de aterramento com terrômetro e verificamos a continuidade dos condutores de proteção nas tomadas.

SPDA (para-raios)

O SPDA — sistema de proteção contra descargas atmosféricas — protege a estrutura da edificação contra o impacto direto de raios. Ele é composto por captores, condutores de descida e aterramento próprio, interligado ao aterramento elétrico. É regido pela NBR 5419, que define critérios de necessidade, projeto e inspeções periódicas. Prédios, galpões e edificações altas ou isoladas costumam precisar de SPDA. Realizamos inspeção, manutenção e correção de sistemas existentes, e para projetos novos trabalhamos com responsável técnico habilitado.

ProteçãoProtegeNorma de referência
AterramentoPessoas contra choques e o funcionamento do DR/DPSNBR 5410
DPSEquipamentos contra surtos que chegam pela redeNBR 5410
SPDAA edificação contra descargas diretasNBR 5419

Para quem é este serviço

Residências com aparelhos caros e sensíveis, condomínios com portões, interfones e CFTV, comércios que dependem de computadores e máquinas de cartão, e indústrias com equipamentos eletrônicos de controle. Atendemos em toda Juiz de Fora, inclusive em bairros mais altos como Paineiras e São Pedro, e em áreas rurais e cidades vizinhas como Belmiro Braga, Chácara, Coronel Pacheco e Lima Duarte. Veja as regiões atendidas.

Perguntas frequentes sobre aterramento e DPS

Ligar o fio terra no neutro resolve?

Não. Interligar terra e neutro na tomada é uma prática perigosa: em caso de rompimento do neutro, a carcaça do aparelho pode ficar energizada. O condutor de proteção deve seguir até o barramento de terra do quadro.

Uma haste de aterramento é suficiente?

Depende do solo e do valor de resistência obtido. Em alguns terrenos uma haste atende; em outros, são necessárias mais hastes interligadas. A medição indica se o resultado é adequado.

DPS protege contra raio direto?

Não totalmente. O DPS protege contra surtos que chegam pela rede elétrica. A proteção contra descarga direta na edificação é função do SPDA.

De quanto em quanto tempo trocar o DPS?

Não há prazo fixo: o DPS se desgasta conforme os surtos que absorve. Verifique o indicador do dispositivo, principalmente após temporais fortes, e inclua essa checagem nas revisões.

Apartamento precisa de aterramento próprio?

Normalmente o apartamento usa o aterramento do prédio, levado por condutor de proteção até o quadro da unidade. Verificamos se esse condutor existe e está chegando às tomadas.

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